sábado, novembro 7

Nunca usei de falso moralismo


O ser humano em sua estrutura biológica e comportamental é possuidor de virtudes e defeitos, podemos acertar e errar, tudo pode ser ocasional e a vida não admite vacilos, temos que ser algo verdadeiramente transparente, sem dubiedades. Entre  os defeitos que carrego nas costas, posso dizer que ao afirmar no processo de formação do meu caráter, não deixei espaço para uso do falso moralismo. 
Tenho minhas posições definidas, sem discriminar, sem proceder preconceitos e sem banalizar comportamentos alheios. Todavia me sinto no direito de não apoiar ou incentivar o que acho não servir de exemplo para a uma comunidade socialmente sadia. 
Parabenizo os que biologicamente nasceram metade homem, metade mulher, até que aprovo os que saem desta área conflitos íntimos se decidindo pelo o sexo que deseja pertencer. 
Também reprovo os que se dizem homem com desejo de ser mulher, principalmente aos que vivem o obscurantismo de um desejo refreado, os que assim são e pensam perderam uma grande oportunidade de saírem do armário na noite de ontem com a parada gay acontecida em Carnaubais.
Os que prestigiam sem legitimidade do que verdadeiramente são, se constituem em meros exploradores desta categoria que luta para alcançar seu próprio habitat.
O falso moralista é uma pessoa que prega a moral e os bons costumes, porém no seu cotidiano agem diferente do que defende ou julga correto. 
Neste sentido usar as ferramentas de um gay e não pertencer a classe é querer enganar alguém correndo o risco de ser delatado perante a sociedade.

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