Depois de 133 anos de proclamação da república, tendo a nação passado por várias fases históricas, estamos voltando a estaca zero.
Vemos o poder judiciário fazendo e desfazendo da ordem democrática, como se as prerrogativas constitucionais, fossem exclusividade somente de um poder.
A verdade é que o regime presidencialista, está sendo castrado ou podado em suas deliberações.
O presidente da nação e até que se prove o contrario: é Jair Messias Bolsonaro, até 31 de dezembro do ano em curso, se comportando como uma peça coadjuvante. quando deveria ser protagonista.
Todavia, governou seus 4 anos, sem a devida competência de poder.
Suas ações foram tolhidas e limitadas pelo poder judiciário - que em muitos momentos, recebeu parceria solidária do poder legislativo, tornando-se um aliado do colegiado de toga, para frear o próprio chefe da nação nos seus deveres e obrigação.
Agora com a vitória de Lula, numa eleição amplamente conturbada, eivada de privilégios, favorecimentos explícitos e muitas suspeições de ilegalidade.
O processo ainda está é efervescência, o povo está vindo as ruas mostrar sua indignação.
O judiciário permanece implacável, atuando ao seu bel prazer.
Agora com a transição de governo, sendo o presidente eleito Lula, um expert no trato relacional com os parlamentares que ele anteriormente cunhou como picaretas.
Vai paulatinamente negociando a torto e a direita, fazendo cambalacho de todo tipo para se beneficiar com ofertas de recondução dos poderes do presidente do senado e da câmara federal.
A situação do momento é bastante crítica, estando uma quente e duas fervendo.
Vamos ver como fica os futuros acontecimentos!
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