Sem maiores comentários nas minhas observâncias da curiosidade politica que me torna peculiar. Verificamos que sob a orientação de Lula e a execução de Fátima Bezerra reeleita governadora, armaram uma arapuca pra triturar a sulfato de pó de nada, o prestigio alcançado pelo MDB.
Sigla que sob a batuta de Aluizio Alves e os irmãos Agnelo e Garibaldi (pai) deixaram um legado de forte liderança para os seus remanescentes: Henrique, Garibaldi Filho, Carlos Eduardo e Walter Alves.
Garibaldi Alves caiu de pé, tendo uma expressiva votação, ficou de fora dos 8 representantes do RN na câmara federal.
Carlos Eduardo Alves - pagou caro sua instabilidade partidária, servindo de bode expiatório numa bem planejada vingança, sendo derrotado. Tendo a preferência da boca pra fora dos vitoriosos do PT e dos que também lhe rejeitaram, numa ação efetiva de reprovação.
Dos 4 herdeiros desta forte oligarquia politica, somente Walter Alves escapou do holocausto, recebendo o prêmio ouro de tolo, ocupando na governadoria um espaço destinado ao vice governador Walter Alves numa faixa limitada de ação denominada de brinquedo de luxo.
Entre todos quem foi mais penalizados: foi Henrique Alves quem cavou sua própria sepultura, brigando com os primos para obter no PSB, uma irrisória e vergonhosa votação, findando melancolicamente sua longeva trajetória de 11 mandatos no cenário federal.
Neste efervescente caldeirão. quem saiu chamuscado e com chance de recompensa foi Jean Paul Prates que nem pra suplente fora aproveitado.
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