Fazendo uma retrospectiva histórica desta importante representatividade senatorial pelo o RN, convém lembrar que o Vale do Açu, teve a primazia no tempo do Brasil Imperial com o varzeano Brito Guerra, sendo a voz dos potiguares.
De lá pra cá lembro apenas dois assuenses tiveram este projeto como objetivo de representação politica: Olavo Lacerda Montenegro, manifestou este desejo na década de 70, tendo retirado seu nome na data convenção do MDB para atender caprichos e decisão politica do seu amigo Aluizio Alves.
Outro que colocou seu nome em pauta e sendo votado, foi o professor Vouclenes Bezerra, pelo Partido dos Trabalhadores, quando a sigla do PT, era um embrião da democracia contra a ditadura militar.
Agora uma luz ressurge no fim do túnel, Fanfa, filho do associativista rural Edmilson Caldas, vem levantando esta bandeira.
Para muitos pode até ser gozação aventureira, o projeto de Fernando Caldas.
Para minha concepção de lutas e conquistas de cada individuo - a esperança é o sonho do homem acordado.
Fanfa tem qualificativos suficiente para pleitear o alvo sonhado.
Tem origem familiar de relevante consideração e respeito na historicidade cotidiana do Vale do Açu.
Da forma que o RN já mandou pra Brasilia uma fornalha de membros das oligarquias politicas do Estado, entre os mais destacáveis podemos citar: Medeiros Mariz, Alves, Maias, Rosados, Sousa, Ciarlini, Bezerra, e outros de menor potencial politico como os Martins, Nunes de Maria e até um truculento policial (Valentim) - que faz da valentia seu cartão de apresentação com outro de raízes dissociados dos verdadeiros costumes e tradições nordestinas com sotaque carioca ou francês, brigando para emplacar sua reeleição.
Diante desta realidade, Fanfa tem todo o direito de querer como herdeiro dos Tavares e Caldas, lutar por um lugar ao sol.
Nesta escassez de opção viável, sinceramente sou mais votar no conterrâneo Fanfa!
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