Não precisamos usar o teoricismo intelectualizado adquirido na leitura dos mestres da arte de guerrear para saber quando o terreno está minado com explosivos camuflados para detonar quem não souber pisar o solo onde se estabelece o campo de batalha.
A vida, o cotidiano, o somatório de outras lutas travadas, deixa sempre um aprendizado com capacidade de mostrar as pistas de obstáculos, as barreiras e as pontes de apoio que se colocam diante da trincheira de defesa para alcançar as muralhas do quartel adversário,
Nada pior na vida de um comandante do que chefiar um exército que escuta mais o troar do fuzil inimigo, demorando a recarregar suas armas para o efetivo combate e proteção de suas fileiras, fazendo um corpo mole para boicotar a ação de quem tá no comando.
Um general de guerra não pode apresentar vacilo diante da tropa.
Um exército coeso sabe respeitar sua hierarquia, sem ficar conflituosamente obedecendo á dois senhores. É preciso se definir quem manda e quem obedece,
Neste sentido como um velho soldado calejado por intensas batalhas, resisto na defesa do meu quartel, aguardando que o ordenamento do nosso pelotão tenha um único comandante de tropas.
Tenho cá minhas definições para não cair em areia movediça: diga-me com quem andas e quem realmente se dispõe a ti defender que ti direi sinceramente com quem sigo.
Este é meu lema de luta, não faço parte de exército mercenário de ninguém! Mas, devemos sim, fazer a associação teórica com a prática, seguindo a cartilha de quem sabe buscar o triunfo, antes do fracasso:
Aquele que se empenha a resolver as dificuldades resolve-as antes que elas surjam. Aquele que se ultrapassa a vencer os inimigos triunfa antes que as suas ameaças se concretizem
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