terça-feira, maio 16

REDAÇÃO GANHA MAIS UM COLABORADOR

 

Recebemos com imensurável prazer uma narrativa futurista, fruto da lavra do saber do conceituado carnaubaense, graduado em: Odontologia, Estomatologista respeitável com outros títulos na área de patologia oral, que nas andanças do tempo, aprofundou seu aprendizado em setores da botânica, resolvendo colaborar com nosso trabalho, enviando um texto a respeito da importância da Carnaúba, ultrapassando o semiárido nordestino.
Leiam o que escreveu, o filho de Josélia e Cícero Macedo:
CARNAUBAIS, TORRÃO ACOLHEDOR, NEM SEMPRE BEM ACOLHIDA:
Observando a história do nosso município, percebemos que apesar de ser considerado um torrão acolhedor, nem todos os administradores tiveram a nobre capacidade de torná-lo um ambiente bem acolhido.
Me explico. De Poço de Lavagem, onde os viajantes sempre foram bem acolhidos; a ser renomeada Carnaubais, por ser uma terra potiguar com uma das maiores densidades de uma planta estudada em todo o mundo, com um imenso potencial biotecnológico, as Carnaúbas.
Quando morei em Los Angeles, Califórnia (EUA), me deparei com plantas semelhantes a Carnaúbas, e não fiquei com a dúvida. Fiz diversas fotos, enviei para um colega com vasta experiência em Botânica, me confirmando que sim, se tratavam da Copernicia prunifera, nome científico da carnaúba. Um fato curioso é que ao serem transportados para a costa oeste estadunidense, se tornaram inférteis, fato que decepcionou os entusiastas, mas lá permaneceram como um item de adorno. Sem mais delongas, nessa primeira tentativa de crônica, minha maior inquietude é apenas uma. De fato, quantos administradores ainda precisaremos ter para que a nossa riqueza seja bem explorada, de maneira autossuficiente, sustentável e produtiva?
Carnaubais que já foi administrada por tantos colegas da área da saúde, deveria ser um modelo regional e até estadual nesta notável área?
Continuaremos envolvidos em uma narrativa infundada de discutir quem fez o básico e exaltar quem fez um dever de casa minimamente esperado? Mais que tornar essa terra acolhedora, precisamos acolher também nossos recursos humanos altamente qualificados, acolher e entender as necessidades de uma população que parece permanecer inerte ao longo do tempo.
Essa tarefa não é e nem deve ser idealizada desde um ponto de vista focal.
O tempo nos mostrará quem estará disponível a embarcar nessa aventura.

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