quinta-feira, junho 14

O QUE DÁ PRA RIR DÁ PRA CHORAR E QUEM RIR POR ÚLTIMO ALARGA O SORRISO

OPINIÃO:
Ontem estivemos perante o Dr. Juiz Marivaldo Dantas de Araújo, numa audiência de conciliação motivada por ação manifestada contra mim, cobrando indenização por calúnia, injúria e difamação por não baixar a guarda contra um ex-prefeito que sente-se soberano, depois de perder seu mandato por ilicitude eleitoral. 
Apesar da polida colocação oral do meretíssimo Juiz na tentativa de acabar com o problema entre as partes: os envolvidos no processo optaram pela continuidade da questão. 
O interessante é que meu acusador, sendo um condenado eleitoralmente com a perda de mandato de prefeito e outra condenação por impobridade por publicação indevida de um livro cultuando sua própria imagem, fazendo auto-promoção, tendo outras mais em tramitação, ainda teve a coragem de me chamar de processado perante o juiz e o promotor público. 
Tudo bem, durante a audiência conteceu um bate-boca, ocasião em o Dr. Marivaldo reprimiu um e outro, mandando que ficássemos calados. 
O meu denunciante com seu janotismo peculiar achou de querer dá uma de santificado por estar acompanhado de um filho e um sobrinho advogado, tentando me satanizar, diante  da corte da magistratura da comarca, iria me intimidar.  Ledo engano, pensavam que ouviria as acusações silenciosamente: soltei  a lingua e rebati com fundamentação digna e corajosa, fazendo um rápido perfil com a exposição de algumas verdades do histórico pregresso do meu denunciante. 
Vamos seguir em frente, constituimos a competente advogada Daniele Diniz para nossa defesa e vamos aguardar os desdobramentos finais das batalhas jurídicas que ainda serão demandadas e tramitando em curso de defesa e julgamento.

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